quinta-feira, dezembro 11, 2008

Nikon D90

Fantástica e brutal!!! Um salto quântico na qualidade fotográfica!!!
A Nikon garante a mesma qualidade de imagem da D300 e em alguns aspectos críticos dizem que equivale à D3 (a máquina que permite tirar fotografias em quaisquer condições de luminosidade sem flash?!).
Deixo-vos apenas alguns vídeos e imagens e a partir daí a pesquisa é vossa!

Espero que fiquem tão entusiasmados quanto eu...



http://www.youtube.com/watch?v=E0fjTLLM0yU&eurl=http://www.fotografarvenderviajar.com/cameras-digitais/lancamento-nikon-d90

http://www.youtube.com/watch?v=HVQX1rC-fRA&eurl=http://www.fotografarvenderviajar.com/cameras-digitais/lancamento-nikon-d90




quinta-feira, agosto 14, 2008

sexta-feira, julho 18, 2008

União Ibérica

Sabiam que estivémos bastante próximos de ter uma verdadeira União Ibérica? Claro que alguns dirão que efectivamente existiu, que foi a Dinastia Filipina, porém não resultou de um herdeiro com pai português e mãe espanhola (de Aragão e Castela), que sedimentaria uma preponderância do reino de Portugal na futura Ibéria. Com a Dinastia Filipina estivemos próximos mas faltou a capital em Lisboa, o que evitaria o afastamento da futura Espanha dos interesses de Portugal.
Tudo começou com Isabel I - a Católica, filha de D. João II de Castela e de Isabel, infanta de Portugal. A sua mãe chegou a pensar casá-la com D. Afonso V de Portugal, no entanto viria a casar-se com o futuro D. Fernando II, rei de Aragão.
Não iremos prolongar-nos na história de D. Afonso V, por ser um pouco melindrosa e ter terminado em fracasso...
Os reis de Aragão e Castela tiveram 5 filhos, sendo a sucessora ao trono Isabel de Aragão e Castela, que se tornou Rainha de Portugal por se ter casado com D. Manuel I, Rei de Portugal.
Este casamento foi negociado tendo existido um contrato de casamento que obrigava D. Manuel I a expulsar os hereges (judeus e muçulmanos) de Portugal. Ora, como D. Manuel I sabia da importância dos judeus em Portugal este assinou um decreto de expulsão dos hereges, onde lhes era concedido um prazo para deixarem Portugal, 31 de Outubro de 1497. Aos judeus, o rei permitiu que optassem pela conversão ou desterro, esperando assim que muitos se batizassem, ainda que apenas "pro forma", uma vez que previa mesmo a sua conversão automática não existindo qualquer fiscalização para averiguarem se realmente se tinham convertido ou não... (Mais uma medida à boa maneira portuguesa. Lembram-se da Ordem de Cristo?)
D. Isabel I daria à luz o herdeiro de Portugal, Aragão e Castela, D. Miguel da Paz de Trastâmara e Avis, sendo ainda reconhecido como Príncipe das Astúrias, o qual selaria a União Ibérica.
Deus não quis, D. Isabel I morreu durante o parto e D. Miguel morreria precocemente, com 2 anos de idade.
Assim acabou o sonho da União Ibérica, pelo menos com um herdeiro de um Rei de Portugal.

A União Ibérica que existiu com a Dinastia Filipina traria, mesmo assim, umas belas armas e um belo brasão com o brasão português em ponto de honra, no abismo do chefe:






Nota: Isabel I tinha já anteriormente casado com o Príncipe D. Afonso de Portugal, filho de D. João II, em cumprimento do Tratado de Alcobozes, porém morreu precocemente.

Bons ventos e bons ares


Porque se trata de um espaço único no nosso cantinho Lusitânio, envio-vos esta noticia que nos dá esperanças que a Berlenga pode continuar como espaço de biodiversidade impar e ainda assim controlar o turista descontrolado e o piquenique do cozido e do tinto!


E caso não conheçam, ide à Berlenga!


No princípio do próximo ano as Ilhas das Berlengas vão candidatar-se a Reserva da Biosfera pela UNESCO. A Câmara de Peniche, o Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade e outras instituições vão apresentar a candidatura no âmbito do programa Man and Biosphere.
O arquipélago das Berlengas, considerado Reserva Natural, é formado por três grupos de ilhas e dista a pouco mais de nove quilómetros do Cabo Carvoeiro, perto de Peniche. As ilhas contam com espécies como a lagartixa-do-bocage, o polvo e uma série de aves marinhas que ali nidificam.
Conseguir o galardão da UNESCO não é fácil e há trabalho a fazer. A Berlenga Grande, a única com turismo, recebe por ano cerca de 40 mil pessoas durante o Verão, que podem passear pelos trilhos, fazer mergulho, visitar as grutas ou ver o Forte de S. João Baptista. Mas as condições não apelam ao turismo: o parque de campismo não reúne as condições necessárias e não existem alternativas para passar a noite.